Quarta-feira, 16 de Julho de 2008

Dão-me nos nervos...

- Dão-me nos nervos pessoas que em vez de falar emitem sons baixinhos, como lamentos e lamúrias (Ohhhhhh) … pessoas que falam com medo como se alguém lhes fosse cascar! Pessoas que os únicos gritos que mandam são para dizer - “Ohhhh cala-te não digas isso… ohhhh”. Pessoas que não são capazes de dizer (quando têm razão e mais do que razão de sobra para o fazerem) – “E se fosses à merdinha? Traça-te pá!”.

 

- Mas também me dão nos nervos pessoas que pensam que são o centro do mundo e que pensam que se eu tomo banho diariamente é para lhes agradar. “Porque é que puseste lápis preto nos olhos. Porque vestiste essas calças brancas e não as pretas” (com a esperança vã que a minha resposta seja: foi só por tua causa!!!) No entanto, e lamento muito, mas a minha resposta é “olha, porque gosto de ver a tua cara de felicidade, porque és tão tanso que pensas que não tenho mais nada para fazer senão andar a fazer merdices só para ti!”

 

- Dão-me nos nervos pessoas que passam a vida a criticar e criticam gratuitamente – “Oh pá, mas que seca. Que merda de vida. Detesto beber água, sumo, cerveja e vinho. Oh pá, não gosto nada deste sol e calor, mas por favor que não venha a chuva e o frio”… Se não têm mais nada que fazer, que tal apostar nuns momentos de introspecção e reflectir sobre o verdadeiro “EU”? de certeza que vão encontrar respostas (ou melhor, perguntas) que lhes darão muito que fazer…

 

- Mas, verdade seja dita, também me dão nos nervos pessoas como eu. Não que tenha mau feitio (sério que não tenho. Acho eu!), mas os meus amigos devem ser imunes às minhas múltiplas personalidades, que vão desde “Olha lá, mas e isso lá é coisa que se faça? Sinceramente”, a “És tão linda/o… Adoro-te” (e nhacccc, toca lá a dar um abraço e uma bitoca bem grandes. Sim, porque se há coisa que eu não tenho medo é de mostrar o que sinto. Para o bem e para o mal. Sim... dou beijinhos, mas também dou más respostas e raspanetes!), a “Que queres que te diga? Não me apetece dar opinião”, a “Olha, ‘tás sempre com merdas. Mas já alguém me perguntou o que eu acho ou penso? Que gente pá! Vou deserdar-vos como meus amigos”.

 

(Eu sei, eu sei que não bato muito bem desta cachola, mas asseguro-vos que sempre que eu estou por perto, a vida nunca é monótona. Eu lá arranjo maneira de lhe dar um colorido e muita coisa que fazer!)

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Gatafunhado Loira às 11:34

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